sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A PRIMEIRA PROFECIA.

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Hoje começo a abordar as profecias Maias resumindo a primeira profecia: ela prevê que as atividades solares muito intensas (que já estão ocorrendo) causarão sérios problemas planetários (sugiro que vocês olhem para o clima, para os terremotos, para o degelo das calotas e etc.) e da possibilidade dada aos homens para que eles descubram seu potencial divino, sua capacidade de ser harmônico e respeitoso em relação à vida como um todo. Vamos ao texto...

“A civilização Maia possuía grandes conhecimentos astronômicos e matemáticos. Através deles eles previram, com muita exatidão, eventos astronômicos que acontecem hoje, nos nossos dias, tais como eclipses, alinhamentos planetários e anormalidades na atividade solar. Podemos considerar os Maias como “os donos do tempo”, pela sua habilidade de perceber os ritmos temporais que, ao longo dos milênios, repetem padrões astronômicos regulares que afetam toda a galáxia.

Para os Maias há um processo universal cíclico que nunca muda, uma espécie de “respiração da galáxia”. O que mudaria, segundo eles, é a consciência do homem, que passa através destes ciclos num processo de mutação que leva sempre em direção à perfeição. Com base em suas observações, os Maias previram que a partir da data inicial de sua civilização (4° Ahau, 8° Cumku, isso é 3.113 a.C.) 5.125 anos no futuro, ou seja, sábado, 21 de dezembro de 2012, o Sol, ao receber um forte raio sincronizado proveniente do centro da galáxia, mudará sua polaridade e produzirá uma gigantesca labareda radiante. Nesta época, a humanidade deve estar preparada para atravessar a porta que os Maias nos deixaram, quando a civilização atual, baseada no medo (que provoca a busca do controle, a avidez pelo dinheiro e todas as injustiças sociais e violência atuais), passará para uma vibração muito mais alta de harmonia.

Os Maias asseguravam que a sua civilização era a 5ª civilização iluminada pelo Sol, que eles chamavam de Kinich-Ahau, o 5° grande ciclo solar. Que antes havia existido outras quatro civilizações, todas destruídas por grandes desastres naturais. Achavam que cada civilização é apenas um degrau para ascensão da consciência coletiva da humanidade. Para eles, no ultimo grande desastre planetário, a civilização teria sido destruída por uma grande inundação, que deixou apenas alguns sobreviventes dos quais eles eram seus descendentes. Ao deixar suas anotações para a posteridade, eles pensavam que conhecer os finais desses ciclos auxiliaria muitos humanos a se prepararem para o que viria e que, graças a isso, eles poderiam ajudar a conservar sobre o planeta a espécie pensante, o ser humano.

A 1ª profecia Maia nos fala do “tempo do não-tempo“, um período de 20 anos chamado “Katun”, e os últimos vinte anos desse grande ciclo de 5.125 anos iria de 1992 até 2012. Profetizaram que neste tempo manchas do vento solar, cada vez mais intensas, aconteceriam, e que desde 1992 a humanidade entraria num último período de grandes aprendizagens, de grandes mudanças e que nossa própria conduta de depredação e contaminação do planeta contribuiria para essas mudanças acontecerem. Essa profecia diz que essas mudanças irão acontecer para que possamos entender como funciona o universo e para que avancemos para níveis superiores, deixando para trás o materialismo e nos livrando do sofrimento.

O livro sagrado Maia CHILAM BALAM diz que no final do último Katun (2012) haverá um tempo em que os homens estarão sumidos na escuridão, e que depois virão trazendo sinal futuro Os Homens do Sol e que a terra despertará pelo norte e pelo poente, e Itza despertará.
A primeira profecia anunciou que sete anos depois do inicio do 1° katun, ou seja, em 1999, começaria uma época de escuridão (planetariamente e nos sentidos social, pessoal, comportamental), na qual todos nós nos defrontaríamos com nossa própria conduta, e disseram também que as palavras de seus sacerdotes seriam escutadas por todos nós, como orientação para o despertar. Eles falam dessa época como o tempo em que a humanidade entrará no “grande salão dos espelhos”, (figura para ilustrar os questionamentos que todos farão a si próprios, defrontando-se com seus medos, dúvidas, defeitos e qualidades), uma época de mudanças para que o homem enfrente a si mesmo “no grande salão dos espelhos”, e possa analisar seu comportamento com ele mesmo, com os demais, com a natureza e com o planeta onde vive.

A primeira profecia fala, enfim, sobre o final do medo. Diz que o nosso mundo de ódio e materialismo terminará no Sábado, 21 de dezembro do ano 2012. Neste dia, a humanidade deverá escolher entre desaparecer da superfície da Terra como espécie pensante (a única espécie que ameaça destruir o planeta) ou evoluir para a integração harmônica com todo o universo, compreendendo que tudo, absolutamente tudo, está vivo e consciente e que somos parte desse todo. E mais, que podemos existir em uma era de luz... depende apenas de nós mesmos.”
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A SEGUNDA PROFECIA.

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Dando continuidade à publicação das Profecias Maias, resumo agora, de forma muito simplificada, o que diz a segunda profecia. Para maiores informações acesse: http://www.youtube.com/watch?v=YbF2oaqlRrs

A 2ª profecia anuncia que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11 de agosto de 1999. Naquele dia vimos algo como um anel de fogo, que se recortava contra o céu. Foi um eclipse sem precedentes na história pelo alinhamento, em cruz cósmica, de quase todos os planetas do sistema solar com o centro da terra. Eles se posicionaram nos quatro signos do zodíaco que seriam os signos dos quatro evangelistas, dos quatro guardas do trono que protagonizam o apocalipse segundo São João.

Os Maias sustentavam que a partir desse eclipse ou o homem perderia facilmente o controle de suas emoções ou então alcançaria sua paz interior e tolerância, evitando os conflitos. Desde então temos vivido uma época de mudanças grandiosas, tanto comportamentais quanto tecnológicas e climáticas, uma espécie de ante-sala de uma nova era, quando a noite fica mais escura antes do amanhecer. O fim dos tempos atuais, de acordo com as profecias Maias, seria uma época de conflitos e de grande aprendizagem, de guerras, separação, loucura, cenário que irá gerar, por sua vez, processos de sofrimento, destruição e consequente amadurecimento e evolução planetárias.

A segunda profecia indica que a energia que recebemos do centro da galáxia aumentará e acelerará a vibração em todo o universo, para conduzi-lo a uma maior perfeição. Isso produzirá mudanças físicas no sol e mudanças psicológicas no ser humano, que mudará sua forma de pensar e de sentir. Serão transformadas as formas de relacionamento (basta olhar para nosso entorno), de comunicação (por exemplo, a internet revolucionou a comunicação e os costumes), tanto quanto os sistemas social, econômico, da ordem e da justiça. Serão modificadas também convicções religiosas e alguns dos valores que aceitamos hoje. O ser humano irá defrontar-se com seus medos e angustias para compreendê-los, solucioná-los, e assim poderá sincronizar-se com novo o ritmo do planeta e do universo. A humanidade irá potencializar seu lado negativo, tendo então a oportunidade de ver e sentir, com maior clareza, os maus resultados da violência e do desrespeito de que é capaz em relação a si, ao planeta e aos semelhantes, fazendo disso o primeiro passo para mudar de atitude e conseguir a unidade que permite o surgimento de uma nova consciência coletiva.

Serão incrementados os acontecimentos que nos separam, mas também os que nos unem, agregando em grupos pessoas de vibração semelhante. Muitos vivenciarão as realidades do medo, da agressão, do ódio, das famílias em dissolução, dos enfrentamentos por ideologia, religião, modelos de moralidade e nacionalismo. Simultaneamente, outros tantos buscarão e encontrarão a paz interior, aprenderão a controlar suas emoções, aprenderão a ter mais respeito, serão mais tolerantes e compreensivos, encontrarão o amor e a unidade. Surgirão homens com altíssimos níveis de energia interna, pessoas com sensibilidade e poderes intuitivos para a salvação. Mas também surgirão farsantes, que pretenderão obter lucro econômico à custa do desespero alheio.

Os Maias previram que a partir de 1999 começaria a era do “tempo do não-tempo”, uma etapa de mudanças rápidas, necessárias para renovar os processos geológicos, sociais e humanos. Ao final do ciclo cada um será seu próprio juiz, será o tempo dos humanos entrarem no grande salão dos espelhos para analisar tudo o que fizeram na vida. Cada qual será classificado pelas qualidades que tenha conseguido desenvolver na vida, ela sua maneira de agir dia após dia, seu comportamento com o semelhante e com o planeta. Todos irão se posicionar segundo o que sejam. Os que conservam a harmonia entenderão o que aconteceu como um processo de evolução no universo, mas haverá outros que, por ambição, medo ou frustração, culparão os outros ou a Deus pelo que acontecido.

Serão geradas situações de destruição, morte e sofrimento. Mas elas também darão lugar a circunstâncias de solidariedade e respeito pelo semelhante, de unidade com o planeta e com o cosmos. Isso significa que o “céu” e o “inferno” estarão se manifestando ao mesmo tempo sobre a crosta, e que cada ser humano viverá em um ou em outro dependendo de seu próprio comportamento. No “céu”, com a sabedoria para transcender voluntariamente o que acontecerá. No “inferno”, com a ignorância, para aprender com a dor e com o sofrimento. Duas forças inseparáveis: uma que entende que tudo no universo evolui para a perfeição, que tudo muda; outra, envolta em um plano de materialismo que só alimenta o egoísmo. Na época da mudança dos tempos, todas as opções estarão disponíveis, praticamente sem censura de nenhum tipo, e os valores morais serão mais frouxos do que nunca para que cada um se manifeste livremente como é.

A segunda profecia afirma enfim que se a maioria da população modificar sua mentalidade abolindo a violência, superando a falta de amor e se sincronizando com o planeta (elevando assim sua vibração), serão neutralizadas muitas das mudanças drásticas descritas nas profecias seguintes.
Devemos estar conscientes de que o ser humano sempre decide seu próprio destino, especialmente nesta época. As profecias são apenas advertências para que tomemos consciência da necessidade de mudanças de rumo, para evitar que toda a crise prevista para o planeta nos próximos anos se torne realidade.
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A TERCEIRA PROFECIA.

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Hoje abordaremos a terceira profecia Maia, lembrando que maiores informações sobre as Profecias podem ser encontrados na Internet com grande facilidade. É bom lembrar também que os Maias escreveram estas profecias há centenas de anos e que eles não possuíam ligações significativas com outros povos.

Os Maias, além de serem exímios astrônomos e poderosos matemáticos, conseguiam estados ampliados de consciência devido à seriedade com que lidavam com a prática de meditação, elevando assim a sua vibração energética. Alcançavam resultados surpreendentes quanto ao transitar no tempo, indo do passado ao futuro através da sensibilidade e do alto grau de percepção. Desta maneira conseguiam prever fatos relacionados com o desenvolvimento humano e geológico planetários.

Os Maias viam a vida como um eterno processo de aperfeiçoamento da evolução natural e não tinham uma visão fatalista do tempo. A morte para eles não representava o fim da vida e sim um momento de transição deste para outro estágio. A vida, para eles, era eterna, nunca terminava. Tudo nascia, vivia, morria e voltava a nascer. Eram ciclos de repetição em todos os níveis de existência, num processo eterno de evolução da matéria e da consciência.
Os maias acreditavam na reencarnação: para eles o processo de evolução era constante e eterno. Chamavam a reencarnação de caput-sigil, que significa voltar a experimentar a vida para obter mais sabedoria e compreensão. Acreditavam que o homem era constituído de três corpos: o físico, o astral (que é o molde etérico do físico) e o espiritual (a força energética que dá a vida).

A Terceira Profecia Maia fala da mudança climática no nosso planeta. A onda de calor irá se generalizar e grandes transformações virão a partir desta nova realidade. A maneira descuidada e inconsciente de lidar com a preservação ambiental e geológica, a prática constante da depredação do meio-ambiente (como exemplo os depósitos de lixo radioativo enviado para o fundo do mar, o desmatamento criminoso, a emissão diária de gases na atmosfera às toneladas); o despejo de resíduos não degradáveis poluindo nossos rios e oceanos, as queimadas, a poluição e a chuva ácida alteram a camada de ozônio na atmosfera da Terra (o ozônio tem duas funções primordiais: a primeira é absorver os raios ultravioletas do sol, protegendo o sistema ecológico da terra; a segunda é que, somado ao hidrogênio que chega à Terra sob a forma de água evaporada, transforma-se num poderoso bactericida, permitindo a salubridade do ar).

Segundo os Maias, com o aumento da temperatura haverá menos nuvens no céu e conseqüentemente, menos chuva. Isto afetará toda a vida do planeta devido aos grandes incêndios florestais e grandes secas que virão, prejudicando as colheitas, diminuindo a oferta de alimentos. Com a falta da chuva serão reduzidos os lagos e açudes, reduzindo a fauna. A economia será severamente atingida com a falta de alimentos e por conta disto, os preços irão subir muito, dificultando mais ainda a sobrevivência. Haverá racionamento de água, energia, haverá muita fome e muito descontentamento social. Aumentarão as pragas, insetos e doenças.

Como se não bastasse, erupções solares (previstas pelos Maias há centenas de anos e hoje corroboradas pelos cientistas) provocariam o surgimento dos ventos solares que causam danos aos satélites, interferindo em toda a atual rede de comunicação terrestre. Toda a informação do planeta ficaria comprometida com interrupções nas comunicações e nos sistemas de orientação; as práticas da navegação e da aviação, por exemplo, se tornariam impossíveis, deixando o homem imerso num forte caos planetário, conseqüência direta de suas ações inconscientes, de seus crimes praticados contra a natureza (e, sem se dar conta, contra si próprio).

Na quarta profecia Maia, que enfocaremos na semana que vem, veremos para onde nos conduzirá este aquecimento gradual da atmosfera terrestre e quais suas conseqüências em termos planetários e humanos.
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A QUARTA PROFECIA.

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Continuando a abordar as profecias Maias, textos gravados no Códice Dresden há cerca de mil e duzentos anos, hoje focalizaremos a quarta profecia, que parece muito mais ter sido escrita baseada nos telejornais atuais do que em conhecimentos ancestrais.

Sobre os códices (há mais de um) é interessante saber que o Códice de Dresden, o mais completo e mais conhecido, encontra-se na Sächsische Landesbibliothek, a biblioteca estadual de Dresden, na Alemanha. É o mais elaborado dos códices maias, bem como uma importante obra de arte. Muitas secções são ritualistas (incluindo os chamados "almanaques"), outras são de natureza astrológica (eclipses, ciclo de Vênus). O códice encontra-se escrito numa longa folha de papel dobrada de forma a produzir um livro de 39 folhas, escritas em ambas as faces. Terá sido escrito pouco tempo antes da conquista espanhola. De alguma maneira chegou à Europa e foi comprado pela biblioteca real da corte da Saxônia em Dresden no ano de 1739.
Sempre é bom recordar que os Maias, apesar de não possuírem os instrumentos de medição comuns aos nossos dias nem os conhecimentos que temos hoje, eram exímios astrônomos e matemáticos invejáveis, sendo que todas suas predições se baseiam em observações atentas do céu, praticadas seguidamente durante várias gerações, seguidas por cálculos matemáticos diferenciados.

De acordo com a quarta profecia, o aumento da temperatura planetária (causado pela conduta antiecológica dos homens) somada a uma atividade solar mais intensa que implicará em mais ventos solares (fatos já citados na terceira profecia), causará o derretimento das geleiras das calotas polares.

Para realizarem os cálculos sobre a atividade solar, os Maias utilizaram-se do ciclo de 584 dias do planeta Vênus, facilmente visível em sua órbita por se situar entre a Terra e o Sol, para calibrar seus cálculos solares. Diziam em seu Codex Desdren que a cada 117 giro de Vênus (187,2 anos ou 68.328 KINES ou ainda 5.125 anos) o Sol apresentava mudanças, enormes manchas e aumento dos ventos solares. Previram que a atividade solar irá aumentar gradativamente até atingir, ao fim ciclo de 5.125 anos, seu ápice, o que deverá também coincidir com o fim do ciclo de conta longa, de 25.625 anos, o chamado Dia Galáctico.

Crer ou não crer nas profecias não importa, mas sempre será interessante estarmos atentos aos fatos científicos. Hoje sabemos que são previstos pelos astrônomos alguns períodos de atividade solar muito intensa (solar max) em data próxima a 2012, assim como sabemos que a magnetosfera, nosso campo protetor contra as descargas magnéticas solares, está bastante enfraquecido, o que nos deixa mais vulneráveis aos efeitos destas ejeções de massa coronal (para maiores informações sugiro que você veja a seqüência de vídeos que se inicia em http://www.youtube.com/watch?v=t6EPhHA7As8&feature=related )

O degelo das calotas polares está em plena realização e as manchas e as tempestades solares são hoje evidentes e previstas... nisto os Maias já acertaram. Agora resta-nos saber quais as consequências futuras destes fatos em relação à nossa civilização. A inundação das áreas costeiras e algumas alterações morfológicas dos terrenos conhecidos, por exemplo, já são de se esperar.

Na semana que vem daremos continuidade ao tema, abordando a quinta profecia.
Até lá.
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A QUINTA PROFECIA.

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O povo Maia, capaz de profetizar há mais de 700 anos alguns eventos que já estão comprovadamente acontecendo, certamente possuía capacidades diferenciadas e um nível de consciência dilatado, assim como conhecimentos e percepções altamente evoluídos para sua época. Um povo ligado à natureza, à Lua, a água, ao nosso planeta e aos ciclos que o regem, os Maias foram uma civilização altamente intelectualizada para seu tempo. Desapareceram séculos atrás sem deixar muitos vestígios, mas deixaram atrás de si alguns códices contendo seus estudos astronômicos, aos quais tivemos acesso há alguns anos e que são chamados hoje de Profecias Maias.

Na quinta profecia os Maias predizem uma grande quebra na economia mundial. A quinta profecia diz que todos os sistemas baseados no medo (e todos nossos sistemas estão baseados nele atualmente: os religiosos, os sociais e os econômicos), sob os quais está fundamentada a nossa civilização, se transformarão simultaneamente com o planeta e com o ser humano, dando lugar a uma nova realidade de harmonia. Os sistemas falharão para que o ser humano enfrente-se a si mesmo, para que ele veja a necessidade de reorganizar a sociedade e continuar no caminho da evolução que os levará a entender e a participar mais harmoniosamente do processo universal da vida.

Somente cogitando sobre como poderia ocorrer essa quebra mundial da economia, poderíamos elencar alguns fatos: neste momento, praticamente todas as economias do mundo estão em crise e foi desencadeada uma onda especulativa em todas as partes. Em apenas um dia, um trilhão de dólares muda de mãos nos mercados financeiros internacionais. Apenas 15% de queda nos mercados podem fazer desaparecer o equivalente à riqueza anual de todas as fabricas dos Estados Unidos juntas. Desde 1995, a economia mundial não é mais dominada pelo intercambio de automóveis, aço, trigo e outros bens e artigos reais, mas pelo intercambio de dividas, ações e títulos de credito, o que quer dizer, de riqueza virtual, com a qual é muito fácil especular.

O que é o dinheiro? Vejamos: a uma ilha isolada chega um próspero turista que entra no hotel, paga $100 pela estadia e sobe ao seu quarto. Imediatamente, o dono do hotel corre ao açougue e paga sua conta de $100, pendente há algum tempo. O dono do açougue corre pagar $100 ao dono do gado, quitando sua dívida. O dono do gado vai pagar imediatamente o dono da casa de produtos veterinários, a quem devia $100. O dono da loja corre pagar ao dono do hotel sua dívida de $100, contraída quando da acomodação de alguns parentes. Nisso, o hóspede desce, diz que não gostou das acomodações, pega seus $100 de volta e vai embora. Na verdade, nenhum dinheiro entrou efetivamente no sistema da ilha, mas todos puderam quitar suas dívidas mesmo assim. Dá para pensar, não é?

A toda esta fragilidade de uma coisa que existe apenas teoricamente, some-se: situações de alto risco no sistema econômico e no sistema de controle de informações + o aumento na atividade do Sol (realidade astronômica, não esotérica), que pode causar danos irreparáveis nos satélites = grandes fatores de incertezas.

Como já vimos na profecia anterior, os ventos solares, quando alterados, enviam uma dose incomum de raios ultravioleta e carga magnética à Terra, que expandem a atmosfera superior diminuindo a pressão que existe sobre os satélites que estão a baixas altitudes. Isso fará com que eles diminuam suas órbitas para outras muito mais rápidas e perderemos assim o contato temporal com eles - na melhor das hipóteses - e serão interrompidas todas as comunicações por satélite no planeta. Também pode acontecer que os quase 19.000 objetos que transitam na órbita da terra, ao receberem a dose alta de eletromagnetismo do Sol, tenham seus componentes eletrônicos danificados e deixem de funcionar para sempre.

Ao afetar-se a ionosfera pela emissão de raios solares, produzem-se alterações em todas as comunicações de radio e televisão, porque é nesta camada que são transmitidas e refletidas a diferente freqüência. Portanto, a economia e a comunicação são sistemas frágeis e interconectados com todos os outros. A rede elétrica é especialmente sensível aos ventos solares, como ocorreu durante nove horas em todo Quebec, em 1989. O sistema de eletricidade é a coluna vertebral de nossas sociedades contemporâneas... se ele falhar falharão, um atrás do outro, como pedras de dominó, todos os outros sistemas. Dizem que um sistema é tão forte quanto o mais fraco de seus componentes ou elos. Imaginemos como reagiria a nossa sociedade a todos esses acontecimentos simultâneos: a comida ficaria escassa; as comunicações seriam impossíveis; a tráfego enlouqueceria em todas as cidades, a economia ficaria paralisada; a maioria de nós perderia o juízo e teria inicio a uma desordem civil que, pela quantidade de pessoas envolvidas, ultrapassaria as expectativas e os controles civis e militares do governo. Essa situação de descontrole total modificaria para sempre todos os sistemas da sociedade.
Os sistemas religiosos baseados em um Deus que infunde medo também entrariam em crise e surgiria um único caminho espiritual comum a toda a humanidade, que terminaria com todos os limites estabelecidos entre as diferentes formas de ver Deus.
E assim o novo dia galáctico, que é anunciado de alguma forma por todas as religiões e cultos como uma época de luz, paz e harmonia para toda a humanidade, poderia se tornar realidade, mesmo que à custa de um possível sacrifício de grande parte daquilo que conhecemos como vida hoje em dia.

Probabilidades, apenas probabilidades... nas quais os Maias acreditavam com grande firmeza.
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A SEXTA PROFECIA.

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Dando continuidade ao assunto “Profecias Maias” vamos falar sobre a sexta profecia, uma das mais controversas devido aos altos graus de catastrofismo e possibilidade que encerra. A sexta profecia fala-nos de um cometa que se aproximará da Terra e colocará em risco a própria existência da Humanidade tal como a conhecemos.

Os Maias, povo que possuía um nível de conhecimentos astronômicos e matemáticos extremamente avançados para sua época, viam os cometas como agentes precursores de mudanças, que vinham sempre com o intuito de alterar as estruturas conhecidas. O Códice K traz o vaticínio de vários Chilam Balam, embora o principal seja Pacal Votan, o Grande.
Ele fala que um corpo celeste misterioso se aproximará da Terra antes de 2.012. Este corpo celeste iludirá os mais sábios astrônomos: alguns pensarão tratar-se de um cometa enorme; outros, de objetos espaciais de outras galáxias. Este corpo celeste passará muito próximo da Terra e causará vários desequilíbrios no planeta: fará a Terra tremer, os mares invadirem continentes, vulcões acordarem, territórios sumirem, prédios despencarem (eventos causados por fenômenos magnéticos e gravitacionais).
Depois da passagem do corpo celeste e da volta à normalidade possível, a Terra gozará de um período de paz e de harmonia, quando uma renovada humanidade seguirá para um estágio superior de consciência e convivência.

Parece impossível que um cometa, meteoro ou asteróide nos atinjam assim tão subitamente? Seria mesmo uma bobagem sem tamanho imaginar que algo assim poderia mesmo ocorrer? Claro, afinal nossos astrônomos e pesquisadores saberiam de algo assim muito tempo antes que acontecesse e teriam todas as formas de evitar tal catástrofe, certo? Errado. Vejam a seguir três pequenos exemplos que provam que não estamos sequer minimamente preparados para prever, evitar ou enfrentar algo semelhante, por mais que acreditemos estar.
1- 15/09/2007: o meteorito de Carancas caiu a uma velocidade de três quilômetros por segundo, explodiu no solo e surpreendeu a todos. O povoado de Carancas, no Peru, tem dois mil habitantes e 3,8 mil metros de altitude. Fica perto do famoso Lago Titicaca, na fronteira com a Bolívia. “No dia 15 de setembro de 2007, às 11h45, ouvimos um estrondo. Parecia um terremoto”, conta Maximiliano Trujillo, presidente da comunidade de Carancas. Uma nuvem de poeira se ergueu. Destroços foram lançados a 200 metros e quebraram telhados de várias casas.

2- 04/03/2009: Asteroide de 40 m de diâmetro passa de raspão sobre a Terra. O asteroide DD45, de entre 30 e 40 metros de diâmetro, passou na segunda-feira passada a 60 mil quilômetros do sudeste do Pacífico, sete vezes mais perto que a Lua, para surpresa dos astrônomos, que não esperavam que o meteorito se aproximasse tanto da Terra. "Nenhum objeto desse tamanho ou maior foi observado tão perto da Terra", disse Rob McNaught, cientista do observatório australiano de Siding Spring.

3- 27/10/2009: Um asteróide de cinco a 10 metros de diâmetro explodiu na atmosfera sobre o território da Indonésia com uma potência de 50 quilotons, potência três vezes maior que a da bomba atômica lançada sobre Hiroshima. As informações foram divulgadas nesta terça-feira pela Nasa (agência espacial americana). Ele não tinha sido detectado antes disso.

Como estes, há dezenas de outros fatos correlatos, E se você fizer uma pequena pesquisa sobre isto na internet não ficará desapontado. Além do que, estes poucos dados já nos dão bastante sobre o que pensar, não? Principalmente quando tomamos contato com a realidade de que asteróides e meteoros com significativo poder de destruição não são assim tão fáceis de se identificar: -“Os pequenos a gente só consegue observar quando eles estão muito próximos”, afirma Enos Picazzio, professor do departamento de astronomia da USP. E não se iludam com este “pequenos”, pois não é necessária a queda de um corpo celeste tão avantajado para se instalar o caos planetário.

Os Maias não falam em queda de um corpo celeste sobre a superfície de planeta e sim sobre a passagem de um corpo celeste de proporções avantajadas próximo à atmosfera terrestre, que causará eventos destrutivos em cadeia. E dizem que será difícil evitá-lo, pois este é um fato esperado como fator desencadeante das mudanças necessárias para o momento atual da humanidade.

Vamos todos torcer para que eles estejam errados, para que nada disto aconteça, para que possamos superar as crises humanas a partir de realidades mais suaves e gentis. Mas assim mesmo, olhemos para os céus, atentos e vigilantes... não nos custa nada, certo?
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A SÉTIMA PROFECIA.

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Iniciando a abordagem da sétima profecia Maia, vamos antes nos lembrar de que os Maias nunca anunciaram o fim do planeta ou da vida sobre a Terra, e sim uma mutação, uma transição grandiosa, que eles percebiam se aproximar com o chamado “amanhecer galáctico”. Devemos ter em mente que eles não eram profetas ou visionários, que eram apenas um povo apaixonado pelos astros e seus movimentos, pelos cálculos e pelo tempo, e que buscavam compreender o Universo que nos cerca através de abordagens de medição e interpretação das diversas fases daquilo que chamavam do “dia galáctico”.

E é sobre isso que nos fala a sétima profecia, do momento em que o sistema solar, em seu giro cíclico, sai da noite para entrar no nosso amanhecer dentro da galáxia.

Vamos compreender melhor isso. Nosso sistema solar está situado quase na ponta de um dos inúmeros braços que compõem nossa galáxia, também chamada de Via Láctea. A Via Láctea é uma estrutura constituída por cerca de duzentos bilhões de estrelas, talvez mais, e tem uma massa de cerca de um trilhão e 750 bilhões de massas solares. Sua idade está calculada entre 13 e 14bilhões de anos. Esta galáxia possui um núcleo, um centro, que chamamos de Sol Central, sendo que ao redor dele orbita tudo aquilo que compõe a galáxia, inclusive nós.

O giro do nosso sistema solar em torno deste Sol Central leva cerca de 25.625 anos para acontecer, divididos num dia de aproximadamente 12.800 anos mais uma noite de igual duração. O que acontecerá na data prevista para 21 de Dezembro de 2012 é apenas que estaremos entrando, segundo os Maias, no amanhecer de um novo dia galáctico, visto que teremos nesta data dado uma volta completa ao redor do Sol central, encerrando assim mais uma longa etapa da nossa jornada eterna.

Neste “amanhecer galáctico” (assim como em cada encerramento dos ciclos menores de 5.125 anos) toda a galáxia receberá um “raio de luz” (mais provavelmente um pulso magnético de imensas proporçôes) que pulsa a partir do centro da galáxia e que visa reordenar, realinhar, tudo aquilo que compõe nossa Via Láctea. É como se fosse uma pulsação do coração central deste canto do Universo, que objetivaria manter ordenado, integrado e vivo todo o imenso sistema a que sustenta. O que torna esta data tão especial, aos olhos dos Maias, é o fato dela encerrar a visão de uma nova fase, de uma retomada de caminhada, que deverá se dar a partir dos avanços conquistados pela humanidade em seus estágios anteriores.

Para simplificar, vou usar uma imagem simples: se caminhássemos pela rosca de de um parafuso partindo de um determinado ponto, cada volta completa dele duraria 25.625 anos e, a partir de 21/12/2012, estaríamos dando continuidade ao nosso caminhar em direção ao mesmo objetivo a partir do mesmo ponto do início anterior, só que numa volta acima da rosca, num novo patamar de consciência.

O que procupa a maior parte das pessoas é que os Maias dizem que esta transição deverá trazer para a humanidade o fim de tudo aquilo que não servirá a este novo período, quando as vibrações serão mais elevadas e pedirão de todos que sejam compatíveis com ela ou se retirem. E aí, no cômputo destas vibrações que não irão mais servir, que se encaixam quase todos os nossos hábitos violentos, desrespeitosos e materialistas, de dominação e intransigência.

Segundo os Maias, todo ser humano e todos os sistemas de governo deverão se modificar profundamente, abandonando as práticas predatórias, a promoção das desigualdades, a prática das guerras e do vandalismo ambiental para atender às necessidades deste novo dia que se aproxima.

Porém, todos sabemos o quão dificil seria isso ocorrer sem algum tipo de motivação poderosa, daí o fato de as profecias falarem em grandes catátrofes, em degelo dos polos, em verticalização do eixo planetário, em inversão dos polos magnéticos e outros eventos assim grandiosos, capazes de nos exterminarem em larguíssima escala, deixando aos sobreviventes a consciência vívida e a experimentação real dos amargos resultados da conduta humana imprópria e desarmônica.

Nenhum de nós pode saber até onde eles estariam certos, mas podemos estudar, pesquisar e descobrir: -que as calotas polares estão mesmo derretendo, inclusive mais depressa do que os cientistas previram; - que os polos magnéticos da Terra sempre sofreram inversões e que uma delas está ocorrendo neste exato momento; - que nosso Sol está se preparando para um solar max de vastas proporções, a ocorrer entre o fim de 2011 e início de 2013; - que a magnetosfera do nosso planeta, uma “capa” responsável pelo bloqueio das radiações solares e extra-atmosféricas, está muitíssimo debilitada; - que uma crise econômica global está mais próxima do que se imagina; - que guerras podem estourar a qualquer momento entre vários grupos desta humanidade belicosa e insensível à dor alheia, que segue há milênios profundamente apegada a rótulos onde as palavras nacionalidade, cor e credo (entre outras) são colados sobre tudo e sobre todos, como se não fossemos oriundos da mesma fonte e detentores da mesmíssima humanidade que a todos irmana e que torna cada pessoa estranha a mim apenas “um outro eu”.

Então que se registre que o momento é mesmo delicado, mas que não pede medo, não pede pânico e nem desolação: pede apenas consciência, abertura, confiança no aspecto Divino da vida, respeito e sobretudo AMOR a tudo e a todos que nos cercam. Esta transição virá, em maior ou menor grau, queiramos ou não, e participar dela não será opcional. Mas podemos escolher em que nível de consciência operaremos nos momentos que se aproximam... e assim, que se faça a cada um segundo suas capacidades e suas obras.

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